26 de fev de 2018

50 ANOS, E AÍ?




Quando eu era criança olhava pra pessoas de 50 anos com cara de espanto imaginando o quanto eram velhas. Com o passar do tempo comecei a pensar nessa idade como um portal imaculado para um novo ciclo na minha existência.
Cheguei aos 50 anos e sabe o que aconteceu na minha vida? Nada de excepcional. Quando me olho no espelho me vejo do mesmo jeito quando era um menino. 
Claro que a pele não tem mais o mesmo viço, os cabelos brancos estão por todo lado, as marcas da idade ficam aparentes e a barba: nem se fala. Mas isso não importa. O olhar continua o mesmo e a imaginação cheia de histórias pra contar. Como é fantástica a nossa capacidade de adaptação aos anos que vão se acumulando. 
Não é a passagem ou ação do tempo que definem a nossa idade, mas sim as nossas atitudes diante da vida. Me gosto muito mais hoje do que há anos atrás e não voltaria no tempo por nada nesse mundo. Afinal não somos nada da imensidão do universo. Muita pretensão achar o contrário, pois tentar enganar o tempo é enganar a si mesmo. O que fica da nossa passagem por aqui é o que fazemos pelos outros. São as nossas ATITUDES. O resto vira poeira ou no máximo uma lembrança pra ser compartilhada. E independente de quantas pessoas minha jornada vá atingir, quero fazer dela uma história incrível, assim como a sua, a sua e a sua! Todo mundo tem coisas legais pra compartilhar. É só achar dentro de si mesmo nessa coisa única e tragicômica chamada: VIVER.
EM: A VARANDA

A GRAÇA DE VIVER

Tenho cabelo crespo, barba branca, olheiras charmosas, idade meio avançada e nariz gigante. Fora as pintas pelo corpo, a timidez maluca, um calo aqui e outro ali, pouca bunda é muito ombro. Por que digo isso? Porque sei lá, não mudaria nada em mim, nem o que veio de fábrica e nem o que veio com o tempo. Me gosto do jeitinho que sou e me orgulho disso. E essa lição, é uma delicia de aprender com a vida. O chato é esse bombardeio de gente “especializada” que insiste em determinar o melhor peso, a roupa ideal ou o cabelo que favoreça a gente. O que esse povo sabe das nossas particularidades? Nada! O grande barato da vida é justamente o contrário: são as nossas descobertas e no fato de nos aceitarmos como somos sem cumprirmos regras impostas ou sugeridas. Viva a diversidade e as diferenças. Essa é a graça de viver. 

eu mesmo e meus defeitos/qualidades

VOLTANDO A ESCREVER

Oi gente.
Depois de uma longa parada pra sei lá, reciclar as idéias e dar um tempo pros neurônios, resolvi voltar a escrever no blog as minhas coisas loucas da cabeça.
que Deus me proteja de mim mesmo. rs
No reveillon a minha frase foi: vou apertar o f***-se. e assim pretendo que seja aqui também.
Vamos lá?

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