VALE A VISITA...
só não atentar para a inspiração UP... rs
http://www.polodesignshow.com.br/
31 de jul. de 2010
BRINQUEDOS DE PLÁSTICO
29 de jul. de 2010
ORIGAMIS E POSTAIS
painel de recados: www.estarmoveis.com.br
Origami é terapia, e das melhores. Só fazer um monte deles (tem que ser um monte pra ter graça) e decorar as paredes com várias cores e formas! Faz bem pra qualquer ambiente, pra nossa coordenação motora e pra relaxar a mente! vale tentar! Só cuidado pra não viciar!
26 de jul. de 2010
LADRILHOS HIDRÁULICOS

Ladrilho hidráulico tem aquela cara de piso antigo.
Mas com aplicações de desenhos geométricos pode ficar com um "shape" mais atual
A mesma alma, mas com cara diferente!
25 de jul. de 2010
24 de jul. de 2010
TANQUE - IMPROVISO
ESCRITÓRIO - MADEIRA RÚSTICA E FITAS DE LED
23 de jul. de 2010
FRASES
Frases que pesquei durante a montagem do POLO DESIGN SHOW 2010
"... nobreza e simplicidade... tem a ver?"
"... muito pó, muito babuíno..."
"... onde está o olho de thundera?"
é o efeito do pó... de gesso lixado!
muita coisa legal sendo feita...
alguma excentricidade tb...
excentricidade não é arte hein gente!!!!
"... nobreza e simplicidade... tem a ver?"
"... muito pó, muito babuíno..."
"... onde está o olho de thundera?"
é o efeito do pó... de gesso lixado!
muita coisa legal sendo feita...
alguma excentricidade tb...
excentricidade não é arte hein gente!!!!
15 de jul. de 2010
COLORIDO
Designer: Simone Giovanella Nonnenmacher
Matéria Prima : MDF e diversas lâminas ou tintas
Matéria Prima : MDF e diversas lâminas ou tintas
...portas e tampos com motivos coloridos
riquesa de detalhes no design
tudo muito mais divertido...
11 de jul. de 2010
10 de jul. de 2010
CASA SEM MUITA COR
Casa cor 2010
Um passeio interminável por múltiplos beges.
Esse estado de espírito traduz exatamente a impressão que, no geral, a casa cor 2010 passa ao visitante. Ambientes enormes, que embora corretos na sua maioria, deixaram de lado qualquer experimento estético ou espacial.
Ficou claro que a expressão “correr riscos” ficou de fora da famosa mostra, dando lugar a um cansativo desfile de espaços monótonos banhados por todo tipo de tom neutro. Um desfile de beges, pretos, brancos, pratas e marrons que não trouxeram nenhuma novidade, quase nenhuma emoção ao percurso longo da exposição de ambientes. A especulação imobiliária tomou conta da casa cor. Lamentável!
Mas felizmente dois ambientes salvaram a mostra. A poesia colorida do LOFT DA JOVEM SENHORA (Antônio Ferreira Junior & Mario Celso Bernardes) e a provocação do escuro PORÃO (João Armentano) trazem um pouco de esperança para a arquitetura de interiores no Brasil. Brincar um pouco com cores texturas e conceitos ainda é fundamental, não é mesmo?
O resto é bonito e esquecível. Ou quase, em alguns casos!
Mas vale o passeio!
Será?
Um passeio interminável por múltiplos beges.
Esse estado de espírito traduz exatamente a impressão que, no geral, a casa cor 2010 passa ao visitante. Ambientes enormes, que embora corretos na sua maioria, deixaram de lado qualquer experimento estético ou espacial.
Ficou claro que a expressão “correr riscos” ficou de fora da famosa mostra, dando lugar a um cansativo desfile de espaços monótonos banhados por todo tipo de tom neutro. Um desfile de beges, pretos, brancos, pratas e marrons que não trouxeram nenhuma novidade, quase nenhuma emoção ao percurso longo da exposição de ambientes. A especulação imobiliária tomou conta da casa cor. Lamentável!
Mas felizmente dois ambientes salvaram a mostra. A poesia colorida do LOFT DA JOVEM SENHORA (Antônio Ferreira Junior & Mario Celso Bernardes) e a provocação do escuro PORÃO (João Armentano) trazem um pouco de esperança para a arquitetura de interiores no Brasil. Brincar um pouco com cores texturas e conceitos ainda é fundamental, não é mesmo?
O resto é bonito e esquecível. Ou quase, em alguns casos!
Mas vale o passeio!
Será?
FICARAM OS DETALHES
ARQUI MODA



glória coelho - arquitetura dos anos 60
ronaldo fraga - viagem de mário de andrade
fernanda yamamoto - fotos aéreas de são paulo
osklen - fundo do mar
Tudo já foi dito sobre a última temporada da São Paulo Fashion Week (verão 2011). Temporada marcada por leveza, transparências e aquelas cores com cara de “quase nada”, fora o delicioso ar de sensualidade velada e elegância discreta que invadiram as passarelas.
Mas o que marcou mais foram os temas que “linkaram” a moda a outras formas de expressão artística como: arquitetura, viagens pelo interior do Brasil, além das inteligentes e inusitadas incursões pela natureza!
Já se lançou mão de inspirações semelhantes anteriormente, mas o que mudou dessa vez foi o olhar criativo dos estilistas, nos presenteando com um espetáculo incrível onde tivemos a oportunidade impar de nos enxergar não só como consumidores de tendências, mas também como brasileiros com indentidade!
Linda viagem!
Mas o que marcou mais foram os temas que “linkaram” a moda a outras formas de expressão artística como: arquitetura, viagens pelo interior do Brasil, além das inteligentes e inusitadas incursões pela natureza!
Já se lançou mão de inspirações semelhantes anteriormente, mas o que mudou dessa vez foi o olhar criativo dos estilistas, nos presenteando com um espetáculo incrível onde tivemos a oportunidade impar de nos enxergar não só como consumidores de tendências, mas também como brasileiros com indentidade!
Linda viagem!
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